sexta-feira, março 16, 2007
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Uma história de vergonha!
Este caso lamentável, que consideramos ser motivo de vergonha para quaisquer profissionais ou amadores da espeleologia, teve como consequências principais, a não continuidade dos trabalhos de Investigação Espeleológica a que o NECA se propôs e à sua interdição de efectuar trabalhos nas cavidades da Arrábida.
Colegas, independentemente da forma como se dirigem associações e da maneira de ser de cada um de nós, pessoas, pensamos que este tipo de atitude é inclassificável, inqualificável...
Este parecer que o Dr. Crispim elaborou a pedido do PNA, tem data posterior à data de recusa ao projecto do NECA, recusa essa que foi justificada com base nesse parecer... mais, nesse documento constam afirmações graves acerca do estado de conservação das cavidades por alguém que nunca lá tinha estado...
E mais não dizemos.
Leiam, opinem e façam “figas” para que nunca aconteça algo parecido com isto, com a vossa associação.
Saudações espeleológicas!!
Folha 3Folha 4
Folha 5

sexta-feira, dezembro 15, 2006
Já disponível !
quarta-feira, novembro 22, 2006
Pacote de Promoção
quarta-feira, novembro 08, 2006
sexta-feira, outubro 27, 2006
sexta-feira, setembro 15, 2006
Exposição “Mundo Subterrâneo da Arrábida” e “O Reino dos Minerais”

Só se pode respeitar, conservar e usar de forma equilibrada o património natural, quando se tem os conhecimentos essênciais acerca desse mesmo património. Tal como dizem os elementos do NECA: “conhecer para respeitar e proteger!”
O NECA considera que uma das formas mais eficazes de dar a conhecer à população este património, como funciona e como se relaciona com as actividades humanas à superfície, é através da exposição pública de todos os resultados do trabalho realizado no âmbito do Projecto de Investigação do Sistema do Frade.
sábado, agosto 19, 2006
"Mar a Arder" uma das mais magníficas e deslumbrantes maravilhas da Natureza

A Costa de Sesimbra é um dos poucos lugares do planeta onde é frequente assistir-se a um magnífico espectáculo de luz: a Bioluminescência.
Explicar por palavras o que é uma noctiluca é muito difícil. Mas, da forma mais simples, são minúsculas algas que brilham quando se faz algum movimento na água do mar, à noite. Essa não é uma explicação nada técnica, mas é uma forma simples de explicar.
Quando se tem a sorte de se encontrar uma grande concentração destes organismos, tudo se torna mágico! O simples acto de tocar na água faz parecer que emanamos luz das mãos, o barco a navegar lembra uma nave espacial luminosa, os peixes a nadar deixam rastos de luz, como se fossem estrelas cadentes. Mas o mais espectacular é quando nadamos no meio deles, o nosso corpo fica luminoso, como nós fossemos seres luminosos que vagueiam na imensidão do mar escuro.

Efeito quando se mexe na água
O noctiluca é comido pelos camarões. Continuam a brilhar mesmo dentro deles, o seu espectáculo de luz não passa despercebido ao predador dos camarões: os chocos. O aspecto do noctiluca começa então a fazer sentido, o choco não consegue encontrar o camarão na escuridão total, o camarão está a salvo se se manter imóvel, mesmo com as pupilas dilatadas o choco não consegue ver nada, mas, se o camarão se mexer, o noctiluca brilha e ilumina-o e agora o choco já o consegue ver. O noctiluca denuncia a presença do camarão, atraindo o choco com os seus raios florescentes, o noctiluca protege-se do camarão. O choco, ao caçar o camarão, é aliado do noctiluca. É o jogo do rato e do gato, e o camarão não tem qualquer hipótese: se permanecer imóvel não pode comer o noctiluca e, se se mexer, um rasto brilhante atrai o choco. Para o camarão, caçar o noctiluca constitui um desafio arriscado; o choco ganha uma refeição, mas o verdadeiro vencedor é o noctiluca. Cada camarão eliminado torna a vida mais segura para o minúsculo organismo. O alarme contra ladrões do noctiluca salva-lhe a vida, mas cada faísca minúscula não está ciente da estratégia defensiva programada nos seus genes.

Aspecto de um peixe a nadar










